Memória
Memória
Durante muito tempo todo o material jornalístico foi guardado em arquivos enormes e físicos. Hoje tudo que se produz no meio jornalístico tem seu espaço na Internet, mas para isso é preciso de algum lugar para acumular essas informações.
A memória “faculdade de reter as idéias, impressões e conhecimentos adquiridos anteriormente” é o meio mais eficiente para se armazenar estas informações, alem de se poder contextualizar textos de noticias novas, com antigos trabalhos já publicados.
A intertextualidade também é outro fator que se pode pensar pensando em memória. Trata-se de meios de divulgação de noticias em grande escala por meio de hipertextos e isso sem o material adequado e armazenado não é possível.
Textos nos sites de busca dos jornais on line podem ser acessados tanto por jornalistas quanto por consumidores de noticia, arquivos digitais que em alguns já estão bem avançados, mas em outros ainda não. Percebe-se que nos paises mais desenvolvidos a produção de material on line é quase total um exemplo que temos é a comparação de Brasil e Portugal, na tabela apresentada na sala de aula.
Outro ponto discutível na mídia on line é a que ponto ela é eficaz, tem credibilidade ou se trata-se mesmo de jornalismo ou ate mesmo se já não esta nascendo um novo produto jornalístico.
Como cita Palácios a memória é o elemento contituivo do jornalismo on line. A memória jornalística é o tijolo da construção de uma noticia mais bem explicado.
Pensando em personalização também se pensa em memória, pois sem ter arquivos tanto do seu cliente quanto das preferências dele não se pode agrada-lo.
É inevitável concluir-se que na Web, a conjugação de Memória com Instantaneidade, Hipertextualidade e Interatividade, bem como a inexistência de limitações de armazenamento de informação, potencializam de tal forma a Memória que é legítimo afirmar-se que temos nessa combinação de características e circunstâncias uma Ruptura com relação aos suportes mediáticos anteriores. Voltamos a insistir que ao fazermos esse tipo de afirmação, estamos a nos referir a possibilidades que se abrem tanto para os Produtores quanto para os Usuários da Informação Jornalística. A realidade da prática jornalística na Web aproxima-se ou distancia-se de tais possibilidades abertas, conforme os contextos e produtos jornalísticos concretos hoje disponíveis na Internet.
Aldemar Henrique Baêta
Durante muito tempo todo o material jornalístico foi guardado em arquivos enormes e físicos. Hoje tudo que se produz no meio jornalístico tem seu espaço na Internet, mas para isso é preciso de algum lugar para acumular essas informações.
A memória “faculdade de reter as idéias, impressões e conhecimentos adquiridos anteriormente” é o meio mais eficiente para se armazenar estas informações, alem de se poder contextualizar textos de noticias novas, com antigos trabalhos já publicados.
A intertextualidade também é outro fator que se pode pensar pensando em memória. Trata-se de meios de divulgação de noticias em grande escala por meio de hipertextos e isso sem o material adequado e armazenado não é possível.
Textos nos sites de busca dos jornais on line podem ser acessados tanto por jornalistas quanto por consumidores de noticia, arquivos digitais que em alguns já estão bem avançados, mas em outros ainda não. Percebe-se que nos paises mais desenvolvidos a produção de material on line é quase total um exemplo que temos é a comparação de Brasil e Portugal, na tabela apresentada na sala de aula.
Outro ponto discutível na mídia on line é a que ponto ela é eficaz, tem credibilidade ou se trata-se mesmo de jornalismo ou ate mesmo se já não esta nascendo um novo produto jornalístico.
Como cita Palácios a memória é o elemento contituivo do jornalismo on line. A memória jornalística é o tijolo da construção de uma noticia mais bem explicado.
Pensando em personalização também se pensa em memória, pois sem ter arquivos tanto do seu cliente quanto das preferências dele não se pode agrada-lo.
É inevitável concluir-se que na Web, a conjugação de Memória com Instantaneidade, Hipertextualidade e Interatividade, bem como a inexistência de limitações de armazenamento de informação, potencializam de tal forma a Memória que é legítimo afirmar-se que temos nessa combinação de características e circunstâncias uma Ruptura com relação aos suportes mediáticos anteriores. Voltamos a insistir que ao fazermos esse tipo de afirmação, estamos a nos referir a possibilidades que se abrem tanto para os Produtores quanto para os Usuários da Informação Jornalística. A realidade da prática jornalística na Web aproxima-se ou distancia-se de tais possibilidades abertas, conforme os contextos e produtos jornalísticos concretos hoje disponíveis na Internet.
Aldemar Henrique Baêta

